quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quem sou eu....

...Sou a emoção do perigoso, desde que eu possa cobrir o risco. Sou sorriso tímido em algumas horas e gargalhada escancarada em outras. Sou o tesão de uma missão cumprida, com gostinho de quero-mais-ainda. Sou uma piadinha boba bem contada. Sou adorar o meu trabalho. Sou falar com Deus bem baixinho à noite, e ir à igreja quando dá vontade. Sou um sorriso aberto de quem estava com saudades de me ver. Sou muitas amizades e amigos. Sou arroz soltinho, ovo com gema bem cozida, suco de laranja, vitamina de abacate, pizza de escarola e danoninho. E na sobremesa, eu sou um bolo de morango cheio de chantilly ou uma latinha furada de leite condensado. Sou muito, mas muito chocolate, de todo jeito. Sou a minha casa mais do que a rua, os móveis confortáveis e a cozinha enorme. Sou olhar o céu da varanda com noite de lua cheia e estrelas brilhando, em tempo ameno, ouvindo música. Sou o meu quarto. Sou a minha cama e dormir agarrada com o travesseiro. Sou a mesa e a cadeira do computador. Sou banho quente mesmo nos dias quentes. Sou cremes, perfumes, batom rosa, presilhas, caixinhas encapadas e aspirina. Sou sapato alto, meia fina, lingerie de renda, calça jeans e blusas coloridas. Sou pouca maquiagem, coque no dia-a-dia e cabelo solto e arrumado aos fins de semana. Sou milhares de relicários, as gavetas cheias de fotos, cartas, lembranças das quais eu não consigo me desfazer. Sou lápis de cor, tinta, papel. Sou uma idéia de organização que nunca se concretiza. Sou um NÃO gigante a grande parte das regras e um boom criativo e intuitivo na maior parte das vezes. Sou uma vida lotada de amigos, um sorriso simpático, compreensão acima de tudo, um abraço inesperado. Sou dizer e ouvir palavras que emocionam. Sou um punhado de cartas, cartões e e-mails de amor, todos longos e intensos. Sou um amor mal resolvido, e mais outro. Sou a recusa de ficar ao lado de alguém só por ficar. Sou a opção de um romantismo e sem vergonha de ser assim. Sou uma folha em branco pra desenhar e escrever o que tiver vontade. Sou segurar as lágrimas nos olhos. Sou calar pra não magoar, sou de deixar a poeira ficar bem baixinha pra depois conversar. Sou gentilezas, carinhos, mimos e amor sem fim. Sou dormir abraçada, um olhar arrebatador, uma palavra sussurrada no ouvido, um telefonema quente, uma brincadeira excitante, uma loucura, um beijo roubado. Sou muito, muito beijo, muito toque, muito abraço apertado, muito desejo, me entregar totalmente se me sentir segura e amada. Sou dengo até não poder mais. Sou insistir até onde aguentar. Sou a saudade do colo da minha mãe, a saudade da risada do meu pai. Sou ficar tentando lembrar do que eu sonhei toda manhã. Sou a saudade dos meus amigos da adolescência, das escolas onde estudei e dos professores que tive. Sou a saudade de pessoas que eu amei muito e que se foram. Sou a vontade de voltar a ser uma menina quando canso de ser adulta, e sou o orgulho de ter vencido até aqui. Sou um eterno procurar o lado bom da situação, um eterno racionalizar. Sou Chico Buarque, Renato Russo, Bruno e Marrone, novela das 8, dançar forró, desenho animado, Chaves, filmes, novo cinema nacional, Internet com conexão rápida e milhares de e-mails, Fernando Pessoa, LFV, música de todos os jeitos. Não sou de jeito nenhum (por mais que eu tente): grosseria, mau humor, esporte na TV, academia, jiló, geografia, Bonde do Tigrão. Sou assistir um filme debaixo da coberta num dia frio. Ligar o rádio bem alto enquanto arrumo a casa. Surpreender e ser surpreendida. Contar histórias pras crianças. Ouvir palavras doces e elogios sinceros. Comer manga lambuzando. Receber ligação no celular. Descobrir que eu estava certa. Ser desculpada quando piso na bola. Sou cheirinho de neném...

terça-feira, 24 de junho de 2014

O Amor Próprio

Amar a si mesmo é um requisito fundamental para que o ser humano possa vivenciar a felicidade. Embora tenhamos aprendido que a auto-estima é individualista e egoísta, ela é essencial para que possamos nos expor ao mundo com coragem e confiança.

Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos e se acha inferior ao resto do mundo, dificilmente conseguirá amar verdadeiramente o outro, pois seu amor será sempre revestido de medo.

Quando não nos amamos, tememos que o outro descubra que não somos bons o suficiente para merecer seu amor e nos empenhamos desesperadamente em satisfazer os seus desejos, como forma de garantir a afeição que ele sente por nós.

Esta consciência só nasce a partir de uma profunda reflexão acerca de nossas qualidades e defeitos e do entendimento de que somos únicos e especiais, não importa o quanto tenhamos errado ou nos desviado da Verdade.

Sempre é tempo de recuperarmos a nossa auto-estima se reconhecermos que os erros são fundamentais em nosso processo evolutivo. Se formos capazes de nos amar apesar de nossos fracassos, certamente estaremos nos dando a oportunidade de trilhar novos caminhos e descobrir em nós poderes até então desconhecidos.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Só vejo você....

Mais um dia triste
Me pego outra vez pensando em você
Não dá pra evitar
O seu olhar me disse
Que ainda há tanta coisa pra se entender
Pra que controlar

Paz, é tudo que eu venho tentando encontrar
Mas, me vem a saudade fazendo lembrar

Tentei evitar
Tentei esquecer tudo o que me lembra você
Tentei não te amar
Mas olho no espelho e nada de me reconhecer
Só vejo você...em mim

Se bate um desespero
No mesmo instante o que eu quero é você
Pra me abraçar
Já não importa o tempo
Não tenho medo de me arrepender
Não vou controlar

Paz, é tudo que eu venho tentando encontrar
Mas, me vem a saudade fazendo lembrar

Tentei evitar
Tentei esquecer tudo que me lembra você
Tentei não te amar
Mas olho no espelho e nada de me reconhecer
Só vejo você... em mim

Eu sei que mesmo que eu tente
Isso não vai passar

Tentei evitar
Tentei esquecer tudo que me lembra você
Tentei não te amar
Mas olho no espelho e nada de me reconhecer
Só vejo você


Planos Impossíveis...

Uma semana sem te ver
Eu já sabia que isso ia acontecer
O tempo passa, eu fico mal
É ilusão achar que tudo está igual
Você, apareceu pra mim
Não posso evitar, me sentir assim

Como é que eu faço pra escapar
Dessa vontade que eu tenho de falar
Toda hora com você
Faço planos impossíveis pra te ver
Mas pra mim são tão reais
O que aconteceu eu nem me lembro mais

Eu poderia escrever mil canções só pra você
Poderia te falar meus motivos pra gostar tanto de você
Me diz quando a gente vai se ver
Pra eu poder te abraçar
E tentar te explicar a falta que você me faz
Eu não aguento mais ficar tão longe de você!

Você me diz que não tá bem
Que não para de pensar em mim também
Agora antes de dormir
Por um segundo, eu consigo até sorrir
Por que essa complicação?
Distância é o fim pra quem tem coração!

Será que eu devo te dizer
Que eu quase choro, quando falam de você?
Mas eu consigo segurar
Pra ter certeza que ninguém vai reparar
Que eu tô cada vez pior
E a saudade em mim é cada vez maior

Eu poderia escrever mil canções só pra você
Poderia te falar meus motivos pra gostar tanto de você
Me diz quando a gente vai se ver
Pra eu poder te abraçar
E tentar te explicar a falta que você me faz
Eu não aguento mais ficar tão longe de você

E eu nem sei se algum dia eu já me senti assim
Eu nem me lembro de querer alguém
Como eu quero você pra mim
E é por isso que eu vou dizer

Eu poderia escrever mil canções só pra você
Poderia te falar meus motivos pra gostar tanto de você
Me diz quando a gente vai se ver
Pra eu poder te abraçar
E tentar te explicar a falta que você me faz
Eu não aguento mais ficar tão longe de você